Antes de entrar na medicina, passei no vestibular para Direito. Era um caminho concreto, respeitável — mas não era o que me dava borboletas no estômago. Algo me chamava para outro lugar, e foi na medicina que eu o encontrei.
Durante todo o curso, eu tinha a certeza de que eu seria dermatologista, mas foi ainda no internato, nas primeiras vezes em que sentei diante de pacientes em sofrimento psíquico real, que a psiquiatria me capturou de vez. Haviam enigmas naqueles discursos, em todas aquelas ansiedades, depressões, delírios psicóticos. O que tudo aquilo queria dizer? Aquilo foi alimento para a minha pessoa curiosa e entusiasmada pelo novo. Era fascínio genuíno pela lógica singular que cada sujeito constrói para habitar o mundo. Desde então, a Psiquiatria me proporciona o espaço necessário para continuar crescendo, estudando, tentando entender.
Hoje sou médico, pós-graduado em Psiquiatria, psicanalista e prescritor de cannabis medicinal (três campos pelos quais nutro verdadeiro respeito e paixão). Atendo adultos e adolescentes a partir de 15 anos, exclusivamente por telemedicina — uma modalidade que mantém o mesmo rigor técnico e humano do presencial, com a liberdade de você ser cuidado de onde estiver.
Meu trabalho parte de uma convicção: o sofrimento psíquico não se explica por listas de sintomas tão rígidas e fixadas. Existem tantas ansiedades, depressões, bipolaridades, neuroses e afins quanto existem palavras para descrevê-las. Cada pessoa chega com uma história singular — seus conflitos, suas repetições, suas marcas — e é dessa singularidade que parto para construir um cuidado que faça sentido para você especificamente. O tratamento vai além da prescrição: é uma escuta comprometida, sem pressa e sem julgamentos.
Se você está pensando em dar o primeiro passo, seja bem-vindo. Vamos juntos.